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IOT e o Intel Edison

Nesta sexta (06/11/2015) e sábado (07/11/2015) estive no evento Intel Iot RoadShow 2015, na faculdade Insper para conhecer a plataforma de Iot da Intel chamada Intel Edison.

Quando chegamos ao evento recebemos um kit de
desenvolvimento com o modulo Intel Edison, diversos sensores da Grove, uma camiseta e crachá para o evento. Vejam o link para o kit aqui:

https://software.intel.com/pt-br/iot/hardware/edison

Compareceram diversas pessoas, tais como Engenheiros, Físicos, Hobistas, Estudantes e etc. No primeiro dia tivemos contato com a plataforma.

Foram dois dias de muita tecnologia

Internet das Coisas

Por exemplo através do monitoramento da eficiência energética de nossas casas a fim de encontrar formas mais produtivas para alimentar a população mundial, aproveitamento destas “coisas” conectadas e transformação de grandes quantidades de dados brutos em percepções que podem ser praticadas, causaremos um grande impacto sobre a sociedade.

Qual o tamanho e o escopo da oportunidade de IoT?  Desde integradores de sistema a desenvolvedores de software e fabricantes de hardware, a cooperação é uma necessidade. A Intel está construindo um “grupo integrado e diversificado” (onde eu estou dentro) de parceiros que colaboram para criar normas e protocolos comuns, fazendo com que as “coisas” funcionem com a nuvem.

A Intel está enfrentando estes desafios, oferecendo produtos abertos e adaptáveis, promovendo um grupo integrado e próspero e mostrando o que é possível fazer com pilotos e caMarcelo IOTsos de uso que demonstram o valor potencial e facilidade de implantação.

Para simplificar e tornar mais rápidos os processos de implantação e adaptação da IoT nas aplicações, oferecemos a Intel® IoT
Platform, um projeto que apresenta detalhes de como se conectar de forma segura e gerenciar uma frota de “coisas”, desde pequenos sensores até enormes fazendas de servidores que compõem a nuvem, sem deixar de utilizar várias ferramentas e tecnologias de análise ao longo do caminho.

A IoT está provando ser uma virada de jogo tanto para os consumidores quanto para as empresas.

Este é o maravilhoso mundo novo!

 

Internet das coisas: Engenheiro explica o conceito

A “Internet das Coisas” ou a sigla em inglês IOT – Internet Of Things refere-se a uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar os itens usados no dia a dia à rede mundial de computadores. Cada vez mais surgem eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo tênis, roupas, lampadas, sistemas de monitoramento e maçanetas conectadas à Internet e a outros dispositivos, como computadores e smartphones.

A ideia principal é que, cada vez mais, o mundo físico (das cInternet das Coisasoisas) e o digital se tornem um só, através dispositivos que se comuniquem com os outros, os data centers e suas nuvens dentro da Internet. Aparelhos vestíveis, como o Google Glass e o Smartwatch 2, da Sony, transformam a mobilidade e a presença da Internet em diversos objetos em uma realidade cada vez mais próxima.

 

Como surgiu o termo?

A ideia de conectar objetos não é nova e ja vem sendo discutido desde 1991, quando a conexão TCP/IP e a Internet que conhecemos hoje começou a se popularizar. Bill Joy, cofundador da Sun Microsystems, pensou sobre a conexão de Device (dispositivo) para Device (D2D) (TechTudo).

Em 1999, Kevin Ashton do MIT propôs o termo “Internet das Coisas” e dez anos depois escreveu o artigo “A Coisa da Internet das Coisas” para o RFID Journal. De acordo com o especialista, a rede oferecia, na época, 50 Pentabytes de dados acumulados em gravações, registros e reprodução de imagens (Wikipedia).

A limitação de tempo e da rotina no futuro fará com que as pessoas se conectem à Internet de outras maneiras. Segundo Ashton, assim, será possível acumular dados do movimento de nossos corpos com uma precisão muito maior do que as informações de hoje. Com esses registros, se conseguirá reduzir, otimizar e economizar recursos naturais e energéticos, por exemplo. Para o especialista, essa revolução será maior do que o próprio desenvolvimento do mundo online que conhecemos hoje (TechTudo).

Algumas aplicações da Internet das Coisas

Google Glass ajudou a popularizar a Internet das Coisas

O protótipo Mobii, que a Ford e Intel esta desenvolvendo, pretende reinventar os automóveis. Ao entrar em um carro com essa tecnologia, uma câmera vai fazer o reconhecimento do rosto do motorista, a fim de oferecer informações sobre seu cotidiano, recomendar músicas e receber orientações para acionar o mapa com GPS.

Caso o sistema não reconheça a pessoa, ele tira uma foto e envia as informações para o celular do dono, evitando furtos. Esse é um exemplo de um carro em um ambiente da Internet das Coisas, com acessórios online e todos agindo de maneira inteligente e conectados.

mobii

Projeto da Frod e Intel – click na foto para ir para site

Outro grande exemplo de aplicação da Internet das Coisas, envolve a parceria da fabricante de elevadores Thyssenkrupp com a Microsoft. Juntas, as empresas desenvolveram um sistema inteligente e online para monitorar os elevadores através de call centers e técnicos conectados a internet.

O ideia do sistema é prestar assistência em tempo real e evitar acidentes com manutenções preventivas nos elevadores da marca. Essa iniciativa resulta em uma redução de custo e é um exemplo de aplicabilidade da Internet das Coisas em infraestrutura.

Nos dias de hoje, são muitos os objetos conectados, como geladeiras, óculos, elevadores e carros. A rede pode intervir em pequenos dispositivos ou em infraestruturas complexas. Pensando em toda essa usabilidade, vêm surgindo iniciativas, que envolvem empresas grandes, para unificar a Internet das Coisas e isso fará toda a diferença.

Dell, Intel e Samsung, por exemplo, se uniram em julho do ano passado exatamente para padronizar as conexões, em um grupo chamado Open Interconnect Consortium (OIC). Eles pretendem criar um protocolo comum para garantir o bom funcionamento da conexão entre os mais variados dispositivos. Wi-Fi, Bluetooth e NFC serão recursos desenvolvidos pela organização. Fazem parte do consórcio também a Atmel, empresa de microcontroladores; a Broadcom, de soluções de comunicação com e sem fio; e Wind River, de software e tecnologia embarcada.

Essa, no entanto, não é a única iniciativa nesse sentido. Arquitetado em dezembro de 2013, o Allseen Alliance tem 51 empresas participantes, entre as quais estão nomes de peso, como LG, Panasonic, Qualcomm, D-Link e a Microsoft. No Brasil, o escritório do W3C, responsável pela criação do World Wide Web, a navegação padronizada por browsers, busca difundir a ideia de Internet das Coisas. O órgão é ligado ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Eles desenvolveram vídeos de divulgação do conceito em nosso país. Confira abaixo, o vídeo é muito bom, assista em tela cheia vale apena:

Visite também o site da Telefônica Vivo sobre a Internet das Coisas.

Pensando nisso, o sistema que desenvolvi recentemente para administração de água em condomínios, residencias e industrias leva este conceito a serio, click no link abaixo para entender melhor o que o AquaMon pode fazer por você:

Sistema de Monitoramento de Água – AquaMon

 

Arduino – Você sabe o que é?

Arduino, é uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware livre, projetada com um microcontrolador Atmel AVR com suporte de entrada/saída embutido, linguagem de programação padrão, a qual tem origem em Wiring, e é essencialmente C/C++. O objetivo do projeto é criar ferramentas que são acessíveis, com baixo custo, flexíveis e fáceis de se usar.

ArduinoPode ser usado para o desenvolvimento de objetos interativos independentes, ou ainda para ser conectado a um computador. Uma típica placa Arduíno é composta por um controlador, algumas linhas de E/S digital e analógica, além de uma interface serial ou USB, para interligar-se ao computador, que é usado para programá-la e interagir em tempo real. Ela em si não possui qualquer recurso de rede, porém é comum combinar um ou mais Arduinos deste modo, usando extensões apropriadas chamadas de shields.

História

O projeto foi iniciado na cidade de Ivrea, Itália, em 2005, com o intuito de interagir em projetos escolares de forma a ter um orçamento menor que outros sistemas de prototipagem disponíveis naquela época. Seu sucesso foi sinalizado com o recebimento de uma menção honrosa na categoria Comunidades Digitais em 2006, pela Prix Ars Electronica, além da marca de mais de 50.000 placas vendidas até outubro de 2008.

Apesar do sistema poder ser montado pelo próprio usuário, os mantenedores possuem um serviço de venda do produto pré-montado, através deles próprios e também por distribuidores oficiais com pontos de venda mundiais.

Plataforma

Sua placa consiste em um microcontrolador Atmel AVR, com componentes complementares para facilitar a programação e incorporação para outros circuitos. Um importante aspecto é a maneira padrão que os conectores são expostos, permitindo a CPU ser interligado a outros módulos expansivos, conhecidos como shields. Os Arduinos originais utilizam a série de chips megaAVR, especialmente os ATmega8ATmega168ATmega328e a ATmega1280.Arduino UNO

A grande maioria das placas inclui um regulador linear de 5 volts e um oscilador de cristal de 16 MHz, além de um microcontrolador. As placas Arduino tem um bootloader (programa para gravar o programa principal) que simplifica o carregamento de programas para o chip de memória flash embutido.

Software

Arduino IDE é uma aplicação multiplataforma escrita em Java derivada dos projetos Processing e Wiring. Inclui um editor de código com recursos de realce de sintaxe, parênteses correspondentes e identação automática, sendo capaz de compilar e carregar programas para a placa com um único clique. Com isso não há a necessidade de editar Makefiles ou rodar programas em ambientes de linha de comando.Compilador Arduino

Tendo uma biblioteca chamada “Wiring”, ele possui a capacidade de programar em C/C++. Isto permite criar com facilidade muitas operações de entrada e saída, tendo que definir apenas minimo duas funções:

  • setup() – Inserida no inicio, na qual pode ser usada para inicializar configuração, e
  • loop() – Chamada para repetir um bloco de comandos ou esperar até que seja desligada.

 

 

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